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domingo, 23 de março de 2014

YGO - Pendulum!


É, galera do Yu-Gi-Oh!, os Pendulum Monster estão logo ali, batendo nas nossas deck lists com quem bate à porta esperando por novidades. Não dá pra negar que, a cada mudança de formato, geralmente oriunda de uma nova animação da franquia, os jogadores enfrentam o mesmo medo: de que a mecânica do card game se perca de uma forma irreparável. Foi assim com os Synchros, com os Exceed e, certamente, será assim com os Pendulum. Lendo sobre eles e assistindo a vídeos como esse, podemos visualizar o perigo e o caos que esse novo tipo de carta pode criar nos nossos duelos.

A grande questão é: o que será de Yu-Gi-Oh! pós-Pendulum Monsters?
Em sete dias, na data de 30 de março de 2014, teremos o especial de inauguração do novo anime, Arc-V, onde veremos Yuya, o novo protagonista, juntamente de Yugi e Yuma, seja lá como isso vai acontecer. Depois disso, em 6 de abril, assistiremos o primeiro episódio da nova série, aguardando ansiosamente que ele, bem como todos os posteriores, nos ensinem a utilizar os Pendulum Monster com maestria. Com as informações que temos até então e as cartas que já foram reveladas, sabemos que esse novo tipo de invocação será de um impacto grandioso no sistema.
Se você ainda não sabe bem como funciona, vamos a um breve resumo.

Os Pendulum Monsters ficam no Main Deck, assim como os monstros de ritual. Cada um deles possui um valor chamado de Pendulum Scale, com o qual você saberá o Level dos monstros que podem ser invocados durante uma Pendulum Summon. Em tese, basta que se posicione dois Pendulum Monsters nas duas Pendulum Zones da playmat, cada um com seu valor de mínimo e máximo, e anunciar sua Pendulum Summon. A partir de então, qualquer quantidade de monstros de sua mão e de seu Extra Deck, dentre aqueles que estiverem de face para cima, podem ser invocados de forma simultânea. Quando um Pendulum Monster sai do campo em direção ao cemitério, ele cai no Extra Deck de face para cima, ou seja, se uma nova invocação ocorrer no turno seguinte, ele pode voltar ao campo mais uma vez.

Apelativo, não? Considerando o Ás do protagonista, Odd-Eyes Pendulumm Dragon, com seu belíssimo Level 7 e seus status tradicionais, 2500/2000, podemos deixar 3 deles no Extra Deck, de face para cima, usando Astromancy e Chronomancy como Pendulum Monsters, e assim invocá-los todo turno. Caso eles virem material de Exceed, quando retirados, dirigem-se ao cemitério, já que materiais não são considerados em campo, mas qualquer outro caso, como destruição, tributo ou Synchro Summon faz com que eles retornem ao local de origem, preparando-se para serem novamente invocados. Isso quer dizer que teremos um repertório de monstros Pendulum entrando em campo todo turno, enquanto nosso adversário não destruir as cartas da Pendulum Zone, consideradas, quando ali, Spell Cards.
É claro que muita gente já criticou a nova ideia da Konami. Como sempre, no início de um novo formato, tudo parece defeituoso e muito forte ou muito inútil. Dessa vez, as Pendulum parecem capaz de trazer velhos decks de volta à ativa, como já disse em postagens anteriores, mas também parecem capaz de matar diversos outros arquétipos, tendo em vista a velocidade absurda de suas invocações. E uma das coisas que mas me deixou preocupado, que era o fato de descarregar os monstros da mão numa única jogada, hoje se mostra basicamente resolvida: uma carta mundana, presente no Starter Deck 2014, é a prova viva de que a Konami está preparada para um formato onde a draw não será mais tão rara quanto antigamente.

Estou falando de Supply Unit, uma mágica contínua que, a cada vez que um monstro do seu lado do campo é destruído por batalha ou efeito, te permite comprar uma carta, uma vez por turno. Você pode controlar 3 delas e, num deck de Fire King, comprar 3 cartas por turno, TODO turno, seu e do oponente. Tudo o que eu precisava para saber que os Pendulum vieram para modificar o jogo MESMO! Isso, relembrando, está incluso na lista de cartas do Starter Deck 2014 do OCG, e eu espero que o TCG não a altere. E obviamente, como não deve surpreender, essa carta será uma das novas Staples do ano, e possivelmente encontrará, futuramente, um desfecho similar ao da nossa querida Pot of Greed.
Deixo vocês agora com outros dois vídeos demonstrando nossos queridos Pendulum Monsters em ação. Confesso estar bem ansioso para tê-los em mãos, mas teremos que esperar até o lançamento do Starter Deck 2014, programado para 11 de julho, para poder realizar invocações simultâneas a todo momento!
Até lá, que continuem os jogos!




terça-feira, 18 de março de 2014

YGO - A Velocidade dos Formatos


Abrindo a postagem de hoje com esse vídeo super engraçado de um jogador meio que alucinado de Yu-Gi-Oh! Se ainda não viu, assista agora mesmo, esse e todos os outros vídeos do canal, é impossível não cair na risada, haha.
Enfim, o texto começa com um vídeo super momento descontração, mas falaremos sobre um assunto um pouco mais sério: velocidade. Todos os jogadores mais antigos de Yu-Gi-Oh! sabem que, tempos atrás, nos primórdios do card game, invocar 2 monstros num mesmo turno era algo sagrado. Se você conseguia tributar seu Dark Magician da mão e usar Monster Reborn num Summoned Skull, já poderia ganhar o título de Yugi Muto e vencer o duelo com um tapa na cara do adversário ainda por cima.


Hoje em dia as coisas são diferentes. A partir dos Synchros, as Special Summons são comuns, e basicamente todo deck faz diversas delas num turno. Assistimos o legado dos Dragon Rulers, no ano anterior (ainda que se estenda até o ano atual, com os famigerados Hieratic Rulers), invocando uma tonelada de monstros para o campo e, quando você achava que tinha acabado, o cretino do adversário ainda ativava uma Return from a Different Dimension e bom, o desfecho você já sabe.



Com a limitação dos Rulers, outros decks tomaram a frente no quesito swarm, como por exemplo o Karakuri Geargia, que abusa das invocações de Synchros Karakuri, os quais sempre trazem outro Karakuri do deck, geralmente um Tuner pra combar com os Geargia em campo e encher o campo com Synchros apelões até o momento em que aquela maldita Trap Stun vira e você fica com vontade rasgar sua Mirror Force virada para baixo.



Tudo bem, sabemos o quanto a velocidade do jogo aumentou com o passar dos anos, e é exatamente isso o que me faz apaixonado por Yu-Gi-Oh! Temos a possibilidade de criar jogadas com uma única carta na mão, e o adversário muitas vezes fica na torcida para que algo do que ele preparou seja capaz de impedir aquele maldito combo que uma única draw (ou várias delas, valeu Hoban, por inventar essa coisa chata de deck Turbo, Upstart Goblin + Reckless Greed + Cardcar D agradecem sua ideia) fez começar. E quando as Special Summons já pareciam boas o suficiente, vimos Synchros e Exceed aparecerem nos duelos, o que possibilitou a criação de combos ainda mais temíveis.


O verdadeiro propósito deste texto é um aviso: preparem-se. Eu, por exemplo, já estou me preparando. Um novo formato está prestes a começar, e logo mais, em abril, veremos os japoneses estreando as Pendulum Summon. Com os pobrezinhos dos Pendulum Monsters, teremos a possibilidade de pegar aqueles decks antigos, cheios de efeitos bacanas mas sem swarm nenhum, e invocarmos TODOS OS MONSTROS DA MÃO como uma única Special Summon (Ice Barrier e Nordic mandaram singelas lembranças aos criadores dessa nova forma de invocação, haha). Sabemos que, como os Synchros e os XYZ, as coisas não serão muito boas de início, mas logo os jogadores estarão se adaptando à ideia e criando jogadas fabulosas com elas. A inserção dos Pendulum fará com que vários arquétipos antigos ganhem novamente uma luz ao sol, e até mesmo monstros nunca antes utilizados podem aparecer nos novos decks. Sempre tem aquele jogador nostálgico que fica imaginando como as cartas novas podem fazer uma tranqueira antiga e apelona funcionar, até que... Bingo! Temos uma velharia batendo cabeça no Meta.
Yu-Gi-Oh! é assim, e sempre vai ter dessas coisas. Vimos Blue-Eyes White Dragon e Cyber Dragon ganharem novos suportes e decks que conquistaram regionais. Nada é tão velho que não possa ser reaproveitado.
(Bom, na verdade tem algumas exceções de cartas super podres, mas vou deixá-las para outras postagens, haha.)
Eu, particularmente, estou ansioso para que os Pendulum cheguem no TCG. A velocidade vai mudar, mais uma vez, e os jogadores terão que se preparar para enfrentar uma horda de monstros caindo sobre o campo como um relâmpago. Trap Stun vai rolar solta antes de uma Pendulum Summon, tenham certeza, ainda mais sabendo que, como no caso da Rekindling e da Return from the Differente Dimension, todos os monstros entram em campo como única invocação, ou seja, Solemn Warning e Bottomless Trap Hole farão as honras em recebê-los, e até mesmo uma Torrential Tribute bem colocada será de ótimo uso (lembrando que a banlist de abril do OCG deixou Torrential Tribute a 3, e a carta já está custando cerca de 190US$ por lá... acho que eles sabem o caos que ela vai criar nos Pendulum, haha.)



Enquanto a Duelist of Advent não chega, ficamos na espera do Gold Premium, a ser lançado em 28 de março, Dragons of Legends, para 25 de abril e Primal Origin, em 16 de maio. Acredito que até julho já teremos os Spell/Monsters em mãos, lidos em inglês, mas vai saber. Não vejo a hora de começar os preparativos para o meu deck de Dragonstars, os Genryu, algo como Legendary Dragons, que serão um novo tipo de monstros do jogo. Comento sobre eles e sobre os novos arquétipos futuramente, também. Até lá, ajeitem seus decks porque é sempre hora do duelo!
Até a próxima!

quinta-feira, 13 de março de 2014

YGO - Decks Rogue no formato competitivo

E no maior ritmo de final de campeonato, que tal inovarmos um pouco no Dominio Cards?
É com essa frase de início que eu me apresento. Muito prazer, tradicionais leitores do blog, meu nome é Rodolfo Santos e eu fui convidado pelo Senhor Mestre Pokémon Régis para escrever um pouco sobre outro card game de muito sucesso pelo mundo. Sim, é claro que eu estou falando do seu, do meu, do nosso Yu-Gi-Oh!, aquelas cartinhas do demônio, do pessoal que via Rei Caveira em cima do armário, das mães que queimavam cards para que os filhos pudessem subir ao céu e coisas do tipo. Confesso que jogo há uns 8 ou 9 anos, com certas pausas na jogatina por épocas de falta de verba ou de estudo na base da chicotada, mas sempre estive um pouco próximo das novidades e tudo mais. Voltei com força total para o jogo em março de 2013, caindo de cara nos Xyz e, por incrível que pareça, me adaptando muito bem com as cartas escuras de YGO.
Deixando de lado a nostalgia, vamos ao que interessa.



Essa primeira postagem tem REALMENTE um ritmo de final de campeonato. Na semana anterior, mais precisamente nos dias 7, 8 e 9 de março, São Paulo recebeu o YCS, um dos maiores eventos de Yu-Gi-Oh! E é claro que isso nos traria grandes surpresas, mas nenhuma delas foi tão surpreendente quanto nosso primeiro brasileiro com título internacional do card game, Carlos Henrique de Araújo Freitas, jogando de Harpia! É isso mesmo, meu caro, você não leu errado. Lembra daquelas piriguetes voadoras da super belezura Mai Valentine, na primeira temporada de Yu-Gi-Oh! Duel Monsters? Exatamente elas! E o cara deu um baile em muito deck do Meta, como por exemplo Fire Fist (que por sinal apareceu diversas vezes no campeonato), Bujin (o Top 2 do torneio, nas mãos de um Player do Equador), Mermail, Spellbook e muito mais! Não bastasse o feito incrível das harpias, ainda tivemos a oportunidade de ver um Dark World, aquele deck chatíssimo que fica descartando 537 cartas da mão e ativando efeitos com todas elas, pegar Top 4 no mesmo torneio, perdendo somente para as harpias na classificatória para a final e para um Fire Fist na disputa pelo terceiro lugar.



Tá, legal, muitos decks estranhos chegando no lugar onde deveríamos encontrar Hieratic Rulers, Mermails e outros favoritos do Meta, mas qual a finalidade de comentar sobre isso?
A finalidade, meu caro leitor, é comentar sobre um assunto que muito me agrada: os decks Rogue.
Rogue é um título dado a decks que abusam da criatividade para tentar contrariar os números. Quando você vê um torneio onde 5 Dragon Rulers chegaram no Top 8, como víamos a todo momento do ano passado, tinha certeza de que 75% dos participantes jogavam de Dragon Ruler. Agora, ver um deck de harpia vencer um campeonato não te faz acreditar nisso. Acontece que harpias não são do Meta. Elas não aparecem nas mãos de 75% dos jogadores de um torneio de grande porte. Assim sendo, nosso querido campeão teve de valsar muito nos duelos, mas ele contava com o fator surpresa. Afinal de contas, qual jogador de Bujin espera cair numa final de YCS contra um deck de harpia?
Os jogadores que investem nos decks Rogue encontram diversos obstáculos no caminho, certamente, mas nada é mais divertido do que bolar estratégias com cartas que geralmente não aparecem na mesa dos torneios. Fora que, para o jogador que aprecia algum tema, ter de se virar com combos inimagináveis e jogadas envolvendo muita sorte e habilidade, somente para que seu tema favorito, na falta de recursos melhores, consiga um local de destaque no sol, é um mérito sem igual vencer algum jogo contra o Meta.
Falo isso por experiência própria, inclusive. Quem me conhece pessoalmente sabe que, na loja onde jogo (a Side Quest, melhor do ramo de Taubaté-SP), tento variar ao máximo nos decks. Geralmente deixo algum deck feito para os torneios, como atualmente tenho um Lightsworn (que não está no Meta atual, mas não chamo de Rogue por já ter sido Meta e ainda ser bem efetivo, além de estar esperando por suportes já lançados no Japão que são suficientemente bons para retorná-lo ao Tier 1), mas inovo sempre que possível com decks que, por vezes, parecem absurdos. Um dos meus mais odiados pelos jogadores da loja é um Gishki, com o qual já participei de alguns torneios locais, vencendo decks como Madolche e Spellbook. O mais legal é invocar um monstro de ritual no campo e ver a cara de “sério mesmo?” do adversário. Pouca gente espera por isso, e essa é a melhor parte do Rogue. Você não está no Meta, e assim, precisa jogar muito mais do que jogaria com um dos decks Top Tier. Se vira, rapaz. Não quis ser criativo? Agora desenrola.
Vou encerrar essa postagem com a decklist que uso atualmente no deck Gishki. Como disse anteriormente, não é o favorito dentre os meus Rogue (Galaxy é meu tema favorito da série como um todo, mas deixo a build dele para outra postagem), mas é bem consistente e cria OTK’s dignos do Meta. Qualquer dúvida, crítica ou sugestão, basta deixar seu comentário, prometo responder o mais rápido possível!
Agradeço pelo espaço da postagem e pela leitura, e rumo aos Pendulum Monsters!



Deck List - Gishki Torrential

Monstros
2x Tragoedia
3x Gishki Beast
1x Gishki Advance
3x Gishki Shadow
3x Gishki Abyss
3x Gishki Vision
3x Gishki Zielgigas

Mágicas
1x Dark Hole
3x Salvage
3x Gishki Aquamirror
3x Mystical Space Typhoon
2x Forbidden Dress

Armadilhas
2x Void Trap Hole
3x Torrential Reborn
3x Karma Cut
2x Safe Zone

Extra Deck
2x Superdreadnought Rail Cannon Gustav Max
1x Number 39: Utopia
3x Snowdust Giant
1x Photon Papilloperative
1x Number 50: Blackship of Corn
2x Diamond Dire Wolf
1x Stellswarm Roach

1x Maestroke the Symphony Djinn

quarta-feira, 12 de março de 2014

Oque esperar dos regionais?

Recentemente o site thetopcut divulgou uma lista com o top 8 de diversos regionais dos EUA, e com isso podemos ter uma ideia de como serão nossos regionais, podendo prever os principais decks do formato e assim já irmos nos preparando sobre oque iremos encontrar nesses últimos campeonatos que antecedem o maior campeonato de nosso pais o Nacional que será realizado no dia 03 e 04 de maio em São Paulo. 


Acompanhando as listas dos tops fica evidente que um pokémon chegou para ficar e esse é Yveltal Ex, com seu ataque Evil Ball que  por miseras uma energia incolor e uma dark causa 20 + 20 para cada energia ligada ao seu e ao pokémon do oponente oque te proporciona um ataque consistente, forte e principalmente de fácil acesso pois com cartas como dark patch ou Yveltal que ligam energias dark em pokémons do banco deixando um Yveltal ex sempre pronto caso o ativo seja abatido. 

Ainda falando de Yveltal  Ex podemos ver 3 variantes principais desse deck, ele com Garbodor, ele com Darkrai e ele com Garbodor e Bouffalant, fica claro que cada um tem caracteristicas próprias, por Yveltal ex não possuir habilidades Garbodor é a escolha perfeita para travar os outros principais decks do metagame atual como Blastoise, Plasma e Aromatisse. A opção com Darkrai faz proveito de uma habilidade fantastica a de recuar um pokémon por custo zero além de possuir um pokémon que pode nocautear um pokémon no banco que já foi ferido pelo Yveltal Ex através dos 30 de dano providenciais de Darkrai ex.
Já a escolha por adicionar Bouffalant no deck pode se dar por 2 motivos, ter um pokémon não EX no deck que possibilita nocautear pokémons com a habilidade de não tomar dano de EX. Além de causar 120 de dano num pokémon ex desequilibrando a balança de troca de prêmios permitindo que você de 1 em troca de 2.



Outro deck que conquistou diversos títulos e tops nos regionais americanos é o nosso querido Blastoise que tem se mostrado um deck imortal através das coleções, sofrendo adaptações mas mantendo a essência de ataques agressivos e letais seja com o Keldeo Ex com diversas energias ou com Black Kyurem com seu black ballista que causa poderosíssimos 200 de dano não nocauteando apenas as versões megas. 
Creio que não existe muito para se acrescentar a falar desse deck, todos já conhecemos e sabemos de sua força e mecânica que só foi beneficiada com a mudança de regras da carta pegador de pokémon permitindo que seus squirtles fiquem seguros no conforto do banco.  


Outro deck que apareceu em praticamente todos os tops foi o já consagrado Plasma deck que se mostra um deck muito versátil que consiste em ataques agressivos através do Snorlax que bate 30 para cada pokémon plasma que você controla podendo chegar facilmente aos 180 de dano capaz de nocautear qualquer ex do formato, mas nem tudo é Snorlax nesse deck o Lugia ex é capaz de virar um jogo facilmente com seu ataque e sua habilidade que te dá um premio adicional, Lugia Ex pode facilmente pegar 2 ou até 3 prêmios quando o oponente menos espera. Com a adição da ferramenta muscle band e já os consagrados Deoxys Ex, Lugia Ex pode chegar facilmente aos 170, 180 de dano acabando com qualquer ex do formato e possibilitando uma virada sensacional na partida ou mesmo um inicio devastador. Mas a estrela desse deck certamente é Thundurus Ex que com seu ataque pode ligar qualquer energia num pokémon do banco, fazendo com que Lugia e Snorlax estejam sempre preparados para atacar.


Para finalizar esse artigo encerro com um dos decks que surgiram com o lançamento de XY o Aromatisse/variantes que consiste de abusar da habilidade de mover as energias de Aromatisse assim podendo utilizar cartas como Max Potion que cura todo o dano de um pokémon entretanto ele perde todas suas energias com a habilidade de Aromatisse essas energias não se perdem. Outra grande vantagem desse baralho é poder abusar de energias como prisma energy e rainbow energy que fornecem qualquer tipo de energia, dessa forma você pode colocar pokémons especificos para nocautear os principais pokémons do meta. Outra opção dessa baralho é utilizar energias duplas e energias fadas que podem ser aceleradas com o pokémon Xerneas que com seu ataque busca do baralho 2 energias fada e as adiciona em 2 pokémons diferentes dessa forma o leque de pokémons deve se limitar a pokémons que atacam com energias incolores como Tornadus Ex, Boufallant, Skarmory entre outros, um dos benefícios desse deck é não depender tanto de energias especiais e se ver livre de martelos, Cobalions Ex e outros pokémons que removem energias especiais e tanto atrasam seu jogo. 


Para finalizar vale ressaltar o desaparecimento do deck Virizion/Genesect aparecendo em poucos tops e nenhuma vez na primeira colocação, mostrando que sua hegemonia acabou e que o mesmo não pode segurar a fúria do novo rei do pedaço Yveltal Ex. 

É isso pessoal, vou ficando por aqui e boa sorte a todos que disputarão os regionais. 


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Preconceito com novos jogadores.

Olá pessoal hoje venho falar de um assunto extremamente polêmico mas que tenho certeza que deve ser falado para que novamente não caia na escuridão do esquecimento. 

Geralmente diversos debates tem sido gerados no grupo de pokemon do facebook, pelos mais variados temas e opiniões mas não é disso que venho falar aqui hoje, pois acredito que todo debate é saudável seja por qual tema for, mas oque quero falar é como os chamados players da elite tratam os jogadores que não se destacam no cenário do pokemon competitivo. 

Frequentemente esses jogadores são tratados com descaso como se suas opiniões ou idéias não fossem dignas da tal elite pokemon, e até lhes foi adotado um apelido no minimo indelicado o famoso random.

Mas oque significa esse random? Significa que é mais um, um jogador qualquer, sem importância alguma, com opiniões que não devem ser levadas a sério. 

Mas quem é esse random?

Esse random sou eu que escrevo esse artigo, é você que joga na loja da sua cidade pra se divertir, é você que gosta de colecionar todas as cartas mas que joga esporadicamente, é aquele jogador que aparece com uma ideia maluca num campeonato, é você que não tem pretensão alguma de ser campeão mundial nem nada disso, tudo que você quer é dar risada se divertindo com seus amigos com seu card game favorito. 

Mas o principal de tudo somos nós randons que financiamos esse card game, Pokemon tcg é muito maior que 20, 30 jogadores que está sempre pontuando nos campeonatos, conheço diversos jogadores que nunca nem jogaram um campeonato nem de loja e que nem tem pretensão de faze-lo, mas que gastam com tanta ou mais frequência seu tempo e dinheiro com o jogo do que os famosos pró players, só assim é  possível um card game ser viável para a empresa financeiramente, e não só isso é através de nós randons que o jogo cresce cada vez mais, pois estamos frequentemente ensinando ajudando e incentivando que novos jogadores iniciem nesse hobby que gostamos tanto. 

Claro todas essas informações são generalistas e eu mesmo conheço alguns dos tais pró players que são pessoas respeitáveis, que buscam ajudar novos jogadores e principalmente colocam o respeito aos jogadores acima dos títulos que ostentam. Para vocês muito obrigado, vocês são inspiração para nós jogadores, temos orgulho de vocês e saibam que torcemos muito quando vemos vocês representando cada random desse Brasil num campeonato de nível mundial.

Agora a você que acredita que seus títulos te dá algum direito a tratar outro jogador como inferior, que esquece do fair play quando joga com jogadores que só de estarem jogando contra vocês se sentem honrados, pra você só posso dizer que você é um grande perdedor, pois pokemon é só mais um hobby e a educação e o respeito estarão sempre acima dele. 

Pois uma das grandes vantagens de se jogar pokemon tcg é fazer amigos, e nenhum titulo paga as horas de risadas e diversão que você passa ao jogar com seus amigos. Então acho que está na hora desse tipo de hostilidade medíocre na comunidade finalmente acabar, ou os novos jogadores cada vez mais serão escassos, visto que as categorias de base hoje são praticamente inexistentes. 

Dessa forma fica aqui o pedido de um random qualquer por uma comunidade mais saudável. 
Obrigado a todos. 




quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Retrospectiva e um novo mundo de aventuras.

Olá pessoal tudo bem? Gostaria de fazer esse post como uma retrospectiva da minha passagem pelo universo do pokémon TCG nesse ultimo ano. Muita coisa aconteceu e gostaria de compartilhar com vocês.

Como muitos sabem eu jogo card game desde os 10 anos de idade então são ai 18 anos de experiencia nesse mundo, iniciei com magic, passei para o lord of the rings e desde 2012 iniciei minha jornada  no pokémon. 

Como todo jogador novato estava super empolgado com o card game, afinal era um mundo novo, uma nova especie de jogabilidade, uma galera totalmente nova e principalmente um universo competitivo estruturado no Brasil através de citys, regionais e nacional, chegando quem sabe a uma disputa de mundial. 

Investi toda minha expectativa no pokemon tcg e após poucos meses de jogo eu já tinha uma quantidade de cartas considerável e estaria disputando meu primeiro city no inicio de 2013. 

A escolha de deck Big basics e archeops, isso mesmo archeops aquele bicho fóssil que impede que os jogadores evoluírem qualquer pokémon, meu primeiro jogo contra Gabriel Pino Semedo, isso mesmo uma das lendas do card game no Brasil atualmente, na época ele tinha me comentado que pretendia ir para o mundial, seu baralho era composto por diversas cartas full art e shiny e logo pensei que tomaria uma surra. 
Pra minha total surpresa eu venci, Semedo com toda elegância me cumprimentou e disse que usar archeops era uma idéia de gênio, agradeci e fui comemorar com meus amigos. 

Nesse mesmo city fiquei em sexto e não entrei no top que foi de quatro jogadores, perdi duas partidas uma para o quinto e outra para o jogador que seria o campeão daquele city e meu grande amigo Guilherme. 

Após algum tempo fomos jogar um regional na Lets Collect em SP, fui com um deck de Ho-oh que estava muito na moda na época devido ao Pooka de thetopcut estar vencendo diversos campeonatos nos EUA. Posso dizer que ai foi o grito derradeiro do pokemon tcg pra mim e em certa parte em Taubaté. 

Muitos jogadores começaram a migrar para outros card games, e os campeonatos já não lotavam como antigamente, a galera chegou a ir para o primeiro dia do nacional entretanto eu já não fui pois estava desanimado com o jogo, sempre fui alguem muito competitivo e a falta de campeonatos com diversos jogadores na loja foi me desanimando, isso somado a minha ideia de que pokémon era simples demais que não possibilitava estratégias inovadoras e  muito menos partidas realmente impressionantes onde o jogador fizesse uma diferença real nas partidas. 

Após o nacional posso dizer que gostaria de ter abandonado o jogo de vez, entretanto guardei as cartas e parti para o Magic, meu primeiro card game, e queria ressuscitar aquela diversão infantil, fiz de tudo para a loja investir e posso dizer que ajudei mais ainda a matar o pokémon na cidade, entretanto o Magic não vingou como eu esperava e lá estava eu sem um card game em minha vida. 

Mas os dias passavam e um amigo que eu gosto de chamar de o Pokémon em pessoa, veio insistentemente me pedir pra voltar pro poke, que a galera estava voltando, novos jogadores tinham surgido e que ele estava animado com um possivel retorno da galera. Aceitei, inicialmente sem muitas expectativas, montei um deck de flareon, ganhei alguns campeonatos e estava me divertindo novamente. 

A galera foi voltando e lá estávamos nós novamente procurando cartas, comprando boosters, inventando rankings, até a chegada da primeira leva de regionais da temporada 2013/2014 do qual infelizmente não joguei nenhum mas fiquei animado em acompanhar os decks e torcem pelos amigos que foram. 

E hoje estou eu aqui novamente pensando em decks, jogando sozinho ( confessa, não sou o único que faz isso), e super ansioso para o city da Side quest em Taubaté, em rever a galera de SP, e principalmente animado para fazer mais e mais jogadores retornarem para o card game e mais pessoas iniciarem no jogo. 

Estamos ai com uma coleção nova, xy e um novo leque de decks e possibilidades, o meta nunca esteve tão amplo e os tier 2 nunca se destacaram tanto, hoje vejo jogadores de flareon, toobox, empoleons, garchomps, entre tantas ideias que não precisam de fortunas para se concretizarem. O card game tem se mostrado cada vez mais acessível e principalmente tem crescido nesse último ano é só ver a quantidade de jogadores nos torneios premier, então hoje posso dizer com orgulho sou um jogador de pokémon tcg. 

Em um ano eu consegui amar e achar simplório o pokémon tcg, mas tambem aprendi que independente do card game oque o torna legal, ou melhor oque o torna único, empolgante e divertido não são as ilustrações das cartas, nem regras intrincadas, nem qualidade das cartas ou a dificuldade de jogar o mesmo, mas sim a galera. Por mais simples, que seja um jogo se a galera é legal você pode jogar UNO e ter a certeza que se divertira muito. 

Esse post não tem decklists nem debates filosóficos como gosto de fazer, mas creio que esse debate interno ocorre com muitos jogadores e antes de desanimar como eu desanimei, tente reacender o jogo em sua cidade, pois jogadores novos dão vida nova ao jogo e principalmente pular de jogo em jogo como eu fiz nesse ano não é benefico nem para o bolso nem para a competição. Muitas vezes o problema não está no jogo mas sim em nós mesmos que estamos descontentes com algo, e projetamos isso. Então fica a dica quando estiver totalmente desanimado com o jogo, monte um deck e jogue um campeonato grande, faça amigos e principalmente participe ativamente do card game pois quando estamos envolvidos dificilmente desanimamos. 

Galera já falei demais por hoje é isso e boa sorte nos citys para todos. 

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

10 motivos para jogar Battle Scenes



Você conhece Battle Scenes? Não? Vamos lá então.

Battle Scenes é um jogo de card game brasileiro (isso mesmo o criador não é gringo)  lançado pela copag que tem como principal objetivo envolver os jogadores em batalhas épicas dos hérois e vilões mais famosos (ou nem tanto) do universo Marvel. Mais ai você se pergunta porque eu investiria meu dinheiro e meu tempo num jogo tão novo e que eu nem sei se é legal. Ai entra o tema dessa artigo e depois se você ler e não se interessar ao menos em ver alguns cards e jogar uma partidinha de Battle Scenes realmente ele não é pra você.

1° Sucesso estrondoso no lançamento. Battle Scenes em seu lançamento teve uma sucesso tão absurdo que os estoques da loja acabaram em menos de um mês, era praticamente impossivel encontrar boxes de booster mesmo no site da copag. Demonstrando que o numero de jogadores espalhados por esse Brasil não é pequeno. 

2° Tematica de herois. Qual nerd que não gosto de super herois? Principalmente com a recente febre dos filmes marvel, como vingadores, imagine você podendo representar isso num game, imagine você esmagando vilões ou mesmo outros herois com o poderoso Hulk. Bacana né.

3° Investimento baixo. Battle Scenes tem um investimento relativamente baixo em comparação aos outros card games seus booster custam em média de 6 a 7 reais e os decks 25 a 30. Mesmo as cartas mais poderosas do game podem ser encontradas entre 30 e 40 reais, um valor muito atrativo se comparado a jogos como magic e pokemon que tem cartas que possuem valores superiores a 100.

4° Modo de jogo inédito. Battle Scenes possui uma mecânica diferente de tudo que você já viu, Esqueça magic, pokemon entre outros Battle Scenes te envolve numa mecânica onde possuir os recursos certos na hora certo pode ser a chave da vitória. 

5° É brasileiro, preciso dizer mais alguma coisa, você já imaginou em algum momento um card game do universo Marvel lançado por uma empresa brasileira e com um criador brasileiro. 

6° Excelente para colecionadores. Se você é fã dos heróis esse card game é um prato cheio as artes das cartas estão muito legais e é impossível você não querer ter todos eles.

7° Promove a interação. Você lembra daquela tempo em que você trocava figurinhas com seus amigos, então Battle Scenes te proporcionara uma sensação muito parecida pois para você ter todas ou mesmo você conseguir todas as cartas para seu deck sem gastar tanto você vai precisar usar sua lábia e toda suas habilidades de mercador.

8° Estimula a estratégia: Battle Scenes é um jogo que envolve estratégia e raciocinio lógico, você precisa ficar atento as jogadas do oponente e precisa estar sempre um passo a frente para não ser pego desprevenido. 

9° Competiçoes: Battle Scenes está em fase de desenvolvimento de um ranking nacional, isso mesmo em breve teremos um ranking que poderá ser visto por todos através de seu computador, imagina só a onda que será tirar com a cara dos amigos por estar numa posição melhor que ele. 

10° Nova expansão sai dia 22 de outubro. Isso mesmo o jogo foi um sucesso tão grande que a nova expansão está no forno e chega logo, com dezenas de novos personagens, como Loki, dead pool, entre outros. 

Se você se interessou em conhecer, não passe vontade apareça na loja Side Quest e de inicio a verdadeiras batalhas com seus amigos. 

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

A especulação e a cotação das cartas de card games.

Olá pessoal após um lonnnnngo tempo parado estou voltando com uma nova proposta para o blog, que agora será mais focado nos diversos assuntos nerds e não apenas em pokémon, entretanto essa postagem será sobre card games novamente mas prometo que em breve teremos reviews de filmes e diversos board games e o mais legal diversos games para você imprimir e jogar com seus amigos sem gastar um centavo, mas vamos a postagem.

Particularmente não sei se todos entendem o porque do custo de uma carta ser tão caro, mas eu diria que basicamente estão envolvidos 3 fatores são eles:

1- Raridade: Sim isso é a lei básica de oferta e procura, como só vem uma ultra rara, mítica, Ex foda, etc por caixa é claro que essa carta irá custar um valor mais alto que as outras afinal os poucos que as tem podem pedir preços maiores afinal a procura é grande e a oferta restrita.

2- Utilidade em jogo: É o caso de cartas incomuns mas que todo baralho se utilizam de 4, como a pokemon catcher de pokémon, é uma carta incomum mas todos os jogadores quase sem exceção precisam de 4 no baralho isso quer dizer que mesmo que a oferta seja grande a procura é imensa oque transforma uma misera carta incomum numa raridade de 50 reais.

3- Especulação: Aqui está um dos pontos mais controversos e mais difíceis de entender da precificação de cartas mas que precisa ser minimamente percebido pelos jogadores. Não sei se vocês já perceberam mais muitos sites antes mesmo de lançarem as cartas eles já tem preços para as avulsas principalmente os internacionais, isso significa apenas uma coisa especulação, isso mesmo não existe nenhuma lógica por trás disso, existe apenas um logista que olha e acha que você pagaria 80 reais por essa carta, e como os logistas são quase que um cartel outros seguem os mesmos preços, afinal não tem sentido vender por muito menos se todas as lojas estão praticando esse preço assim eles mantem o preço alto e todos ganham. Veja por exemplo a coleção plasma blast de pokémon virizion ex e genesect ex que apresentam ter grande potencial para formar o novo super deck do meta estão sendo cotados a 100 reais simplesmente por algum site gringo estipulou que 40 dólares é um valor justo e nós seguidores precificamos a partir desses 40.

Um exemplo muito bacana de se ver esses fatores interagindo é a nova coleção de pokemon plasma blast que relançou as pokemon catcher, uma carta incomum então quer dizer que vem de 3 a 4 por box (Raridade) que era vendida a 50 reais cada porque todo mundo precisa de 4 (Utilidade em jogo) caiu para espantosos 15 a 25 reais (especulação), dessa forma podemos ver todas as interações a oferta que aumentou, sua utilidade que permaneceu essencial e a especulação onde todos os vendedores começaram a baixar o preço absurdamente com medo de que ninguém mais se interessasse por ela por um preço alto como 50 reais.

Assim fica a mensagem nem tudo que é raro é caro, nem tudo que é bom é raro e nem tudo que é caro é bom. Abraço a todos.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Mimimi e outras desculpas.


Olá galera, primeiramente gostaria de me desculpar com o pessoal pelo abandono do blog quase que totalmente,é que entre trabalho e mudanças de jogos acabei que ficando sem tempo e não vou mentir sem muita vontade em postar nada, como muitos já sabem estou me afastando um pouco de pokemon e iniciando novamente em magic. Isso se deu por diversos fatores que não vem ao caso e de toda forma não gostaria de deixar de lado essa atividade de escrever postagens que tanto aprecio, afinal são mais de 2000 mil visualizações e muitos comentários que me motivam a não deixar que esse espaço caia no esquecimento. 

Após reler muitas das minhas postagens pude perceber que praticamente todas elas, falavam de card game de uma forma geral, de forma que fosse aplicado a qualquer card game e não apenas a Pokemon, dessa forma pretendo continuar seguindo a mesma linha e escrever esse artigo que resolvi batizar de:
mimimi e outras desculpas.

Certamente em algum momento você já choramingou por uma derrota e digo choramingar no sentido de querer justifica-la, eu já fiz isso e acredito que alguns são verdadeiros peritos, as desculpas são muitas como não veio suporter, faltou energia, veio só energia, veio todos os suporters junto, entre diversas outras desculpas, que só servem para justificar e fazer parecer que se não tivesse "zicado" você teria ganho.

Vamos ao primeiro Mimimi, a falta de energia ou o flood de energia: Se faltou energia a curva de energias de seu baralho em relação a seus pokémons está errada, muitas vezes uma energia muda totalmente o baralho, ou mesmo alguma carta que a puxe ou as devolva para a mão, o contrario também vale, se seu deck flooda energia com frequencia é porque tem energia demais, tire uma e teste, ainda não funciona, tire mais uma, mas por favor pare de choramingar, e jamais esqueça que perder 5 minutos separando as cartas e embaralhando-as em montes, pode ser o diferencial entre perder humilhantemente e ganhar esmagadoramente. 

O segundo e também clássico Mimimi é o de não veio suporter, se não veio suporter é porque tem pouco, adicione mais alguns, muitas vezes vou frisar novamente escolher entre ter 3 ou 4 Junipers no baralho pode mudar tudo, então pare de choramingar e resolva isso logo.

O terceiro é o Mimimi que eu mais gosto que é: " o oponente tem o coração das cartas, ele tirou tudo na hora certa, se não fosse a max potion dele eu ganhava, se não fosse aquele N eu ganhava" não se iluda você não ganhava e sabe o porque dele parecer ter o coração das cartas, porque ele treinou e arrumou esse deck  diversas vezes, enquanto você trocou de deck toda semana (faço isso sempre kkk) seu oponente joga com esse maldito rayquaza desde que ele saiu e sabe tudo que o deck faz e não faz, então pare de choramingar e arrume esse seu deck que não faz nem 2 semanas que você montou ao invés de passar tudo de novo e montar um inteiramente novo pra descobrir que você ainda perde pro Rogério sem catcher de rayquaza.

E quarto Mimimi  é: "se eu tivesse todas as cartas que nem você meu baralho seria top"  mentira não se iluda, claro que ter muitas cartas e cartas caras ajuda e muito, mas sempre se pode surpreender o oponente com um deck bem montado, pra quem não se lembra eu joguei o city sem catcher de archeops e não perdi pra nenhum baralho fodástico dos caras de SP, então quebre essa cabeça olhando o dia inteiro pra essas 6 folhas de fichario de cartas que você tem e monte algo bom com elas, existe pokemon catcher, existe mas ela não está na sua pasta então monte algo que suporte ela e aproveite esses 4 espaços livres para surpreender o oponente. 

E para finalizar o Mimimi da maldita moeda que nunca cai cara, se você monta um deck baseado na moeda você espera oque??? Você montou um deck em cima de uma roleta de cassino e não sei se você sabe a banca sempre ganha então, não choramingue se todos seus martelos derem coroa pois você optou por utiliza-los mesmo sabendo que ele pode ser uma carta que não irá fazer nada se você não tiver sorte.

Mimimi especial: Todos os baralhos que peguei eram contra o meu. Pra isso só tem uma resposta aprenda de uma vez por todas a ler o metagame, quer um exemplo melhor que o segundo colocado do nacional. Pare de dar cabeçada na parede só porque gosta de deck fogo, jogar competitivo é diferente de jogar por lazer e infelizmente nem tudo que você gosta é funcional então aprenda a olhar em blogs e sites e ver oque está em alta e monte baralhos que deem suporte contra esses oponentes. 

Antes que muitos me critiquem saibam que muitos dos mimimis aqui listados eu já os utilizei desmerecendo o oponente, só pra relatar um certa vez perdi uma partida com 5 prêmios para um oponente e rapidamente fui me defender dizendo que não veio energia, entretanto só depois fui ver que a curva de energia do baralho estava totalmente equivocada, e que podia ser solucionada facilmente com a adição de mais duas. 

Então galera fica a dica, oque vale é treinar muito com um baralho e buscar sempre melhora-lo, afinal se você perdeu é porque o oponente teve todos os méritos pra isso, pois muitas vezes um jogador ganha um campeonato em sua casa, na hora que montou o baralho, e por mais que muitas digam no final que o nível estava fraco, na verdade o campeão que estava muito bem preparado.

Ps: Desculpas ao Murilão e parabéns pelo top 4 e pelo segundo lugar se merece truta. 

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Altaria e Dragonite um deck que vai bombar em Freeze

Olá pessoal como devem ter percebido eu particularmente não gosto de publicar decklists no blog pois gosto de incentivar a criatividade de cada um, entretanto não pude deixar de publicar esse que tenho pensado desde que freeze saiu pois acho que além de divertido vai se tornar um deck muito competitivo e dar muita dor de cabeça.


4-0-4 Dragonite (Freeze)
4-4 Altaria (Dragons Exalted)
4- Pokemon catcher
4- Substituição
4- bola de nivel
4- Rare Candy
2- Colress
4- N
4- Ghetsis
2- Bola pesada
2- Super Rod
1- Tool Scraper
1- Ace Spec ( a escolha do jogador)
4- Double Energy
4- Energia elétrica
4- Energia planta


Estratégia.

A idéia do deck é baseada no primeiro ataque do Dragonite, que bate 60, um valor razoável, entretanto é na habilidade do ataque que mora o segredo, esse ataque impede que o oponente em seu próximo turno jogue qualquer card de item. Então nada de rare candy, nada de catcher, nada de substituição, ultra ball entre tantos outros itens que são essenciais para o deck do adversário. Mas isso não é tudo o Altaria aumenta o ataque de seus pokemons dragões em 20 então com dois na mesa seus dragonites estarão batendo 100, competindo com qualquer pokémon ex.

Mas a sacanagem com o adversário não para por ai, como dragonite não permitira que se jogue itens, a mão do adversário ficará lotada, sendo alvo fácil para Ghetsis que irá reembaralha-los todos novamente dentro do baralho, causando um estrago enorme na mão de seu oponente. 

Defeitos

Um dos defeitos desse baralho, assim como todos os baralhos de pokémons de evolução é o donk, pois em época de hipnotoxic pokémons com 50 a 60 de vida são presas fáceis.

Outro defeito do deck é uma partida mirror, afinal se o oponente montar dragonite primeiro você não jogará rare candys e isso impedira que você monte os seus dragonites. 

Conclusão

Terminando esse artigo chego a conclusão que dragonite e altaria é aquele famoso deck pra quem gosta de ver a cara de sofrimento do oponente, pois não tem nada mais divertido que ver o oponente com a mão lotada de cartas das quais não pode fazer uso. Mas cuidado pois esse deck vai proporcionar que você conheça diversos novos palavrões com seu oponente. Abraço a todos e deixem seus comentários sobre o deck. 


sexta-feira, 3 de maio de 2013

A rivalidade entre os card games.


Olá galera, por muitas vezes vejo pessoas se contorcendo quando falamos de outros card games, dos quais ele não joga. Então resolvi resgatar essa matéria que já tinha feito em outro blog pois acho pertinente no nosso cenário atual.

Vou lhes contar um pouco da minha história com o card game, tenho que confessar que meu primeiro card game foi magic e que tenho imenso orgulho disso. Aprendi Magic com uns 9, 10 anos de idade e posso garantir que foi através dele que desenvolvi o raciocínio lógico, melhorei em matemática e aprendi a ver com muito mais facilidade coisas que iriam acontecer, desenvolvendo uma estratégia para resolução de problemas. Aos 14 anos conheci o Senhor dos anéis card game, jogo por qual sou apaixonado e que tenho lembranças maravilhosas, card game que perdurou em minha vida por mais de 10 anos, isso mesmo até hoje 14 anos após seu lançamento tenho vontade de montar um baralho e jogar. Hoje jogo Pokémon tcg entretanto estou aberto a aprender outros cards e quem sabe me encantar com um novo mundo. 

É inegável e quem diz o contrário é muito cego que foi o Yu-gi-oh que contribuiu e muito para a divulgação do card game em geral no mundo, posso dizer que muitas pessoas conheceram esse mundo através do desenho e acabaram descobrindo que card game era um mundo vasto e repleto e que após a febre do desenho, acabou virando jogador de algum card game. Então sua contribuição foi ótima independente de você gostar do YUGI ou não.

Tenho orgulho de dizer que Magic me possibilitou entrar nesse mundo de card game e somente através dele é que fui conhecer o Senhor dos Anéis Card Game, e essa vontade de estar em contato com outros jogadores e participar de campeonatos me possibilitou entrar no mundo de pokémon e quem sabe no futuro quais outros eu ainda irei jogar. 

Então que tal pararmos de depreciar outros card games numa tentativa frustrada de elevar aquele que você joga. Tenho certeza que a espaço para todos e aqueles que realmente forem ruins serão extintos e substituído, como a boa lei da natureza. Então jogadores de todos os cards games saibam que independe do jogo, todos compartilhamos o mesmo gene nerd que nos coloca grupo seleto que gosta de exercitar a mente através de batalhas emocionantes e fantásticas sejam elas no mundo de Cray, na cidade de Pallet, na terra média, ou numa guerra eterna entre dois conjuradores. 

Mais saudável que desmerecer o do outro é enaltecer aquele que você gosta, e porque não estabelecer uma amizade entre os jogadores independente de seu jogo favorito. 

Abraço a todos a deixem seus comentários. 

terça-feira, 30 de abril de 2013

Primeiras impressões de Plasma Freeze


Não sei se todos viram mas foram divulgadas as scans da coleção Plasma freeze (Para ver todos os scans clique aqui), e com isso novos metas já tem se espalhados por toda a net, então decidi fazer esse artigo para mostrar minhas primeiras impressões sobre a coleção.

Gostaria antes de tudo dar um ponto positivo para a arte das cartas que tem melhorado substancialmente de coleção em coleção e em plasma freeze alcançou um nível excelente, os pokémons estão muito bonitos e Juniper e e Ghetsis full art estão lindos com certeza.


Um dos combos mais óbvios dessa coleção fica por conta dos pokémons Weavile e exeggcute onde Weavile pode executar um ataque de 120 todo o turno desde que todos os exeggcute estejam na pilha de descarte podendo ser recuperados todo o turno, tudo isso por miseras 1 energia incolor e uma dark. Esse ataque no deck certo transforma Weavile em um dos atacantes mais poderosos da coleção possibilitando que você de ataques de 180 com facilidade.

Outro Pokémon que irá se destacar será Mr. Mime pois sua habilidade de proteger os pokémons do banco previne que seus pokémons stage 0 que normalmente servem de café da manhã para Landurus ex e Darkrai Ex fiquem protegidos no conforto de sua pokebola possibilitando que você monte sua estratégia com mais tranquilidade.


Outro Pokémon que se mostra com grande potencial é o electrode onde sua habilidade de comprar cartas até completar 4 na mão pode acelerar e muito seu jogo.

No campo de aceleração de energia vejo dois pokémons com grande potencial, um deles é o chandelure que por um marcador de dano você pode buscar uma energia de fogo no deck. E outro é o Pachirisu que seria o emolga das energias, onde seu ataque busca duas energias de dentro de seu deck.

E parece que essa definitivamente é a coleção das evoluções do eevee, cada um tem sua peculiaridade mas absolutamente todos possuem ataques ou habilidades bem legais, claro que as possibilidades de algum participar de um deck competitivo são pequenas, mas posso garantir que todas sem exceção  podem render muita diversão.  Eu particularmente gostei do leafeon a teck mais poderosa possível contra keldeo ex, e Glaceon que reduz o custo de recuo de seus pokémons plasma em dois.


Ia me esquecendo  do melhor Pokémon curandeiro até agora o miltank onde seu ataque de 2 incolor te possibilita a utilização de uma cura completa em qualquer Pokémon, desde que todas as energias deste pokemon sejam descartadas.

Agora falando sério pessoal vamos ao que interessa os temíveis pokémons ex da coleção, irei iniciar aqui com o Heatran ex que tem pouco se falado dele, entretanto possui um ótimo potencial para resgatar os decks de fogo, com 2 incolor e uma fogo você bate 60 entretanto com uma condição especial ele bate 120, e em época de hipnotoxic essa habilidade é mais que bem vinda, seu segundo ataque não fica atrás por 2 incolor e 2 fogo você bate 80 +10 para cada marcador de dano no Pokémon defensor desde que Heatran  porte uma energia plasma, isso quer dizer que pokémons que sofreram 50 a 60 de dano podem ser facilmente finalizados com esse ataque que inflingira 130 a 140 de dano respectivamente.

Deoxys Ex com certeza é um dos mais badalados ex da coleção além de sua habilidade de ser um plus power para todos os pokémons plasma  exceto ele mesmo, e por miseras 1 incolor e 1 psiquica ele bate 30. Ridículo com certeza mas com uma energia plasma ligada a ele, Deoxys mostra pra que veio e bate mais 30 para cada energia ligada no Pokémon defensor. Transformando em farelo pokémons que necessitam de muita energia para atacar.


Continuando a falar dos ex, temos a duplinha Latios ex e Latias Ex particularmente não vi grande potencial em nenhum dos dois entretanto não posso de deixar de comentar o ataque de 150 de latios com apenas 1 incolor, 1 psiquica e 1 água transformando-o numa boa opção para baralhos de blastoise ou gardevoir. 

E finalmente eu sei que vocês estavam esperando Tornadus ex e Thundurus ex o que juntos já formam um novo deck certamente, Tornadus com seu ataque de 4 incolor batendo 60+ 30 para cada energia plasma ligada nele o torna num batedor excelente com possibilidade de ataques de 60 a 180. E o Thundurus que por 1 misera energia elétrica pode ligar qualquer energia, isso mesmo qualquer energia especial ou não, num Pokémon no banco.  Recuperando assim suas energias plasmas perdidas. 

Concluindo Plasma freeze diferente de plasma, introduz excelentes pokémons ex e tem grande potencial para mudar o metagame, o que particularmente espero que aconteça pois plasma storm não foi capaz de fazer e só posso dizer que espero ansioso pois parece ser uma coleção excelente e que promete mexer um pouco no jogo. Até a próxima pessoal e boas batalhas a todos. 

terça-feira, 23 de abril de 2013

Entrevista com Edgar Shinagawa

Ele venceu o regional de SP na let´s collect e um Battle Road e tem aparecido cada vez mais no cenário competitivo de pókemon tcg, ele é Edgar Shinigawa, e tenho imenso prazer em publicar essa entrevista exclusiva para o blog sidequestpokemon. 

SIDE QUEST-  Há quanto tempo você joga Pokémon?  E porque entre dezenas de card games escolheu o Pokémon TCG?

Jogo Pokémon competitivamente desde abril de 2012. Dos card que temos hoje, já joguei Magic e Yugioh. Eu gosto bastante de Magic, jogava na faculdade, mas minha namorada nunca quis aprender. Uma época a galera apareceu com card de Pokémon na faculdade. Aí ela gostou. Também ficamos sabendo que a COPAG estava distribuindo o jogo e o mesmo havia barateado bastante. Resolvemos comprar decks e alguns boosters e começamos a brincar. Comecei a ler sobre o competitivo e resolvemos tentar entrar nesse mundo.

SIDE QUEST-  Para aqueles que não te conhecem conte-nos um pouco sobre sua história no universo Pokémon?

Joguei Pokémon TCG em 2002~2003, na época da Neo Genesis, em Sorocaba. O pessoal lá lotava a loja, eu deixava de comer lanche na escola pra torrar em boosters e tal. Foi uma época legal. Cheguei a jogar um “intercidades” que ocorreu em fevereiro de 2003, representando Sorocaba. Perdi todas as partidas. Nessa época, o card game perdeu muita força, os boosters ficaram muito caros e eu parei de jogar.
No final de 2011, comprei um deck pra brincar com a galera da faculdade, mas somente em abril fui jogar competitivamente. Meu primeiro torneio foi o States de São Paulo. Fiz 4-2 e fiquei em 14º de uns 30 jogadores, aproximadamente. No Nationals 2012 eu fui muito mal, fazendo 2-4 e sendo o pior 2-4 do torneio.
Na temporada 2012-2013 também não fui bem no começo. Fiz 4º e 5º lugar nos Battle Roads, mas não joguei nenhum regional por conta da grana curta pra viajar. Neste ano, joguei a maioria dos torneios que teve na capital paulista, não fazendo top nos primeiros 3 torneios do ano, mas chegando na final nos últimos 3, ganhando 2 deles. O último (domingo dia 21 de abril), fui mal, fazendo 1-3 e dropando do mesmo.

SIDE QUEST-  Qual seu deck favorito nesta temporada BW-ON? E oque tem usado atualmente?

Keldeo/Blastoise, sem dúvida. O deck me rendeu 2 títulos, muita premiação e Blastoise é da primeira geração.
Esse último final de semana, joguei de Big Basics, mas é um deck que eu não treinei direito, cometi vários erros que me custaram os jogos.

SIDE QUEST-  Você tem alguma rotina para jogar? Quanto tempo dedica ao Pokémon em sua vida?

Com a proximidade do Nacional, estou tentando jogar no meio da semana. Mas às vezes não dá, chego tarde, cansado do serviço e quero é dormir. Mas todos os dias eu dou uma olhada nos principais sites e blogs de Pokémon TCG, tanto americanos quanto japoneses pra ver o que anda rolando lá fora e vou pensando em umas idéias diferentes.
Também tenho uma planilha de excel em casa onde eu monto minhas decklists. Praticamente todo dia eu mexo nela, pensando onde eu poderia tirar carta pra abrir espaço pra outras.

SIDE QUEST-  Ao que atribui seu sucesso nessa temporada?

Acredito que o fato de eu ver os blogs japoneses ajuda muito, pois às vezes eu acho idéias e combos que não foram divulgados no ocidente. Além disso, Keldeo/Blastoise é um deck que eu venho pensando desde julho de 2012 (lançamento deles no Japão) e venho treinado desde o lançamento de Boundaries Crossed. O fator sorte não pode ser ignorado jogo. Nos dois torneios que ganhei, tive vários momentos em que necessitava comprar uma carta específica e ela vinha. Ou que o oponente não poderia comprar energia e ele não comprava.
Mas acho que o principal é você conhecer o próprio deck. Ir a um torneio bem treinado é fundamental.

SIDE QUEST- O que você acha sobre o estado atual do metagame?

Horrível! Hypnotoxic Laser + Virbank dificultou muito o uso de decks Stage 1 ou Stage 2. Assim o meta fica basicamente composto por Darkrai, Landorus, Tornadus e Mewtwo e a sorte acaba tendo um peso gigantesco nas partidas, principalmente se você dorme no laser e não acorda...

SIDE QUEST- Você tem algum hobby além de Pokémon?

Gosto de jogar games no PC, principalmente DOTA2.

SIDE QUEST-  Vários brasileiros vão jogar o mundial por conta própria, você será um deles?

Até gostaria. Possuo os CPs necessários pra jogar o mundial, mas o dinheiro a ser gasto nesse tipo de viagem é muito alto. Cheguei a orçar na internet alguns hotéis e voôs, mas os gastos passam dos R$4.000,00! Não da pra gastar essa grana toda pra ir jogar um torneio de Pokémon.
Além disso, não tenho muita vontade de conhecer o Canadá. Se o mundial fosse em algum lugar mais interessante pra mim, como por exemplo, no Japão, certamente eu desembolsaria a grana.

SIDE QUEST-  O que acha do nível dos jogadores brasileiros?

Não da pra comparar com os estrangeiros, uma vez que nunca joguei fora do país. Acho que quanto à playerskill, temos pessoas com o mesmo potencial que os estrangeiros. Muitos de nossos jogadores cometem pouco ou nenhum erro durante suas partidas. Acredito que, com o devido preparo, temos chance de ter um player chegando ao top8, senão nesse, no próximo mundial.

SIDE QUEST-  Deixe uma mensagem para nossos leitores e para os novos jogadores.

Fico feliz de ter sido convidado a responder essa entrevista. Aos novos jogadores, diria pra começarem a conversar e jogar com os mais experientes ao entrar no jogo competitivo. Sempre há algo pra se aprender.
Para todos os outros leitores: “G” (entendedores entenderão).

Obrigado Edgar, desejamos boa sorte a você no nacional. 

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Campeonato de Vermilion e Vanguard


No dia 20/04 rolou na side quest o top 4 entre os vencedores das etapas de vermilion para decidir o grande vencedor e quem levaria para casa a insignia. Infelizmente um dos 4 participantes não compareceu e a decisão ficou entre Rafael Mendes, Rafael Gouvea e Pedro Naresi. 

A 1° partida foi entre Pedro Naresi e Rafael Gouvea um embate entre big basics e Keldeose e após duas batalhas Gouvea não resistiu e o big basics de Naresi saiu vencedor. 

A 2° partida foi entre Pedro Naresi e Rafael Mendes um embate entre big basics e Lugia/landurus/bouffalant e novamente Naresi mostrou a consistência de seu baralho vencendo Mendes por 2-0, sagrando-se campeão e detentor da insignia de vermilion. 

A 3° partida ficaria por conta do duelo entre Rafael Mendes e Rafael Gouvea para decidir o 2° e 3° colocados entretanto ambos entraram em acordo e decidiram dividir a premiação. 

Parabéns Pedro Naresi esperamos ver toda essa garra no Nacional. 

 Naresi X Mendes

 Mendes        Naresi          Gouvea


Pedro Naresi Campeão de Vermilion



Paralelamente a tudo isso rolou também um campeonato de Vanguard, card game que vem despertando a curiosidade da galera  e trazendo cada vez mais adeptos. 






E após duras batalhas no mundo de Cray, Rogerinho, um jogador talentoso de pokemon tcg mostrou que seu talento alcança mais de um card game, sagrando-se campeão. Parabéns Rogério você nos surpreende cada vez mais com seu coração das cartas.